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Vamos falar de História?
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Como os egípcios trouxeram pedras de granito de até 80 toneladas da cidade de Aswan, há 800 quilômetros dali, e mais 170 mil toneladas de pedra calcária de Tura, a 13 quilômetros, do outro lado do Nilo.
Essa pergunta acaba de ser respondida pelo arqueólogo americano Mark Lehner e um time de pesquisadores, cujas conclusões foram apresentadas no documentário Egypt's Great Pyramid: The New Evidence, transmitido pelo Canal 4 da TV britânica.
A resposta definitiva está no Diário de Merer, encontrado no porto de Wadi Al-Jarf em 2013, cujo resultado do estudo e tradução é agora apresentado. O papiro de 4,500 anos que descreve a rotina dos trabalhadores envolvidos na construção.
É simples: havia uma sistema de canais hidráulicos cavados do Nilo até a base da construção. Barcos de mateira - restos de um dos quais foram achados no mesmo porto - traziam os blocos cortados de Tura e Aswan. Até 40 trabalhadores então descarregavam-nas por trilhos de madeira sem rodas, de onde iam para os trenós.
O diário também descreve como os trabalhadores usavam diques para canalizar a água que vinha do Nilo até as pirâmides e como o porto também recebia cobre para criar ferramentas usadas para cortar as pedras.

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O que deveria ser apenas um comício de celebração do final da campanha e uma demonstração da força e da coesão da União Democrata Cristã (CDU na sigla em alemão) e a União Social-Cristã na Baviera (CSU), acabou se tornando um desafio de última hora para Angela Merkel, que disputa um quarto mandato neste domingo (24). A chefe do governo foi vaiada durante boa parte de seu discurso por grupos opositores e em alguns momentos do evento o público teve dificuldade em entender o que dizia a chanceler

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  • Sobre
  • O talento do historiador consiste em compor um conjunto verdadeiro com elementos que são verdadeiros apenas pela metade